April 2014

Humbled in love

Diminuída pelo amor

Do you remember all of those pledges
That we pledged in the passionate night
Ah they're soiled now, they're torn at the edges
Like moths on a still yellow light
No penance serves to renew them
No massive transfusions of trust
Why not even revenge can undo them
So twisted these vows and so crushed

And you say you've been humbled in love
Cut down in your love
Forced to kneel in the mud next to me
Ah but why so bitterly turn from the one
Who kneels there as deeply as thee

Children have takes these pledges
They have ferried them out of the past
Oh beyond all the graves and the hedges
Where love must go hiding at last
And here where there is no description
Oh here in the moment at hand
No sinner need rise up forgiven
No victim need limp to the stand

And you say you've been humbled in love...

And look dear heart, look at the virgin how
she welcomes him into her gown
Yes, and mark how the stranger's cold armour
Dissolves like a star falling down
Why trade this vision for desire
When you may have them both
You will never see a man this naked
I will never hold a woman this close

And you say you've been humbled in love...

Você se lembra de todas aquelas promessas
que fizemos quando a paixão inundou a noite?
Elas agora estão imundas, viradas do avesso
como mariposas numa lâmpada amarela envelhecida.
Nenhuma penitência as renovariam,
nem grandes transfusões de confiança.
Nem mesmo a vingança pode desfazê-las
de tão retorcidos e dilacerados que esses votos estão.

E você diz ter sido diminuída pelo amor
Reduzida pelo seu amor
Forçada a se ajoelhar na lama próxima a mim
Ah, mas por que se voltar tão amargamente àquele
que se afunda nessa lama tanto quanto você.

Crianças fizeram essas juras
e as despacharam do passado
para além das sepulturas e da sebe
onde, no fim, o amor deve se esconder.
E aqui onde não há descrição,
aqui neste exato momento,
ao se reerguer, nenhum pecador precisa ser perdoado,
nenhuma vítima precisa sofrer ao se levantar.

E você diz ter sido diminuída pelo amor...

Veja, meu bem, perceba como a virgem
convida ao interior de seu vestido.
Sim, note também como a fria armadura do estrangeiro
se dissolve como uma estrela cadente.
Por que trocar essa imagem pelo desejo
quando pode ter os dois.
Você jamais irá contemplar essa nudez num homem
Eu jamais irei dispor de uma mulher tão de perto.

E você diz ter sido diminuída pelo amor...

The Guests

Os convidados

One by one, the guests arrive
The guests are coming through
The open-hearted many
The broken-hearted few

And no one knows where the night is going
And no one knows why the wine is flowing
Oh love I need you
I need you
I need you
I need you
Oh . . . I need you now

And those who dance, begin to dance
Those who weep begin
And "Welcome, welcome" cries a voice
"Let all my guests come in."

And no one knows where the night is going ...

And all go stumbling through that house
in lonely secrecy
Saying "Do reveal yourself"
or "Why has thou forsaken me?"

And no one knows where the night is going ...

All at once the torches flare
The inner door flies open
One by one they enter there
In every style of passion

And no one knows where the night is going ...

And here they take their sweet repast
While house and grounds dissolve
And one by one the guests are cast
Beyond the garden wall

And no one knows where the night is going ...

Those who dance, begin to dance
Those who weep begin
Those who earnestly are lost
Are lost and lost again

And no one knows where the night is going ...

One by the guests arrive
The guests are coming through
The broken-hearted many
The open-hearted few

And no one knows where the night is going ...

Um por um, os convidados aparecem,
os convidados estão chegando.
A maioria está animada,
poucos estão inconsoláveis.

E ninguém sabe onde a noite vai dar,
ninguém sabe por que o vinho rola solto.
Ó, amor, preciso de ti,
preciso de ti,
preciso de ti,
preciso de ti.
Ó... preciso de ti agora.

Aqueles que dançam, começam a dançar,
os que se lamentam, choram.
“Bem-vindos, bem-vindos”, grita uma voz,
“permita que meus convidados entrem”.

E ninguém sabe onde a noite vai dar...

Em sigilo, tudo naquela casa
começa a dar errado.
Dizendo: “Revele-se”
ou “Por que me abandonaste”?

E ninguém sabe onde a noite vai dar...

Todas as tochas se acendem de uma vez
A porta interna se abre
Um por um eles adentram
cada qual com seu modo de amar

E ninguém sabe onde a noite vai dar...

E aqui eles aproveitam o doce repasto
Enquanto o chão e a casa se dissolvem
um por um, os convidados são lançados
para além da parede do jardim

E ninguém sabe onde a noite vai dar...

Aqueles que dançam, começam a dançar
Aqueles que se lamentam, choram
Aqueles que estão mesmo perdidos
Estão perdidos e perdidos mais uma vez

E ninguém sabe onde a noite vai dar...

Um a um, os convidados aparecem
Eles estão chegando
A maioria está inconsolável
Poucos estão animados.

E ninguém sabe onde a noite vai dar...