Last Year's Man

Homem do último ano

The rain falls down on last year's man,
that's a jew's harp on the table,
that's a crayon in his hand.
And the corners of the blueprint
are ruined since they rolled
far past the stems of thumbtacks
that still throw shadows on the wood.
And the skylight is like skin
for a drum I'll never mend
and all the rain falls down amen
on the works of last year's man.

I met a lady, she was playing with
her soldiers in the dark
oh one by one she had to tell them
that her name was Joan of Arc.
I was in that army, yes
I stayed a little while;
I want to thank you, Joan of Arc,
for treating me so well.

And though I wear a uniform
I was not born to fight;
all these wounded boys you lie beside,
goodnight, my friends, goodnight.

I came upon a wedding that
old families had contrived;
Bethlehem the bridegroom,
Babylon the bride.
Great Babylon was naked,
oh she stood there trembling for me,
and Bethlehem inflamed us both
like the shy one at some orgy.
And when we fell together
all our flesh was like a veil
that I had to draw aside to see
the serpent eat its tail.

Some women wait for Jesus,
and some women wait for Cain
so I hang upon my altar
and I hoist my axe again.
And I take the one who finds me
back to where it all began
when Jesus was the honeymoon
and Cain was just the man.
And we read from pleasant Bibles
that are bound in blood and skin
that the wilderness is gathering
all its children back again.

The rain falls down on last year's man,
an hour has gone by
and he has not moved his hand.
But everything will happen if
he only gives the word;
the lovers will rise up
and the mountains touch the ground.
But the skylight is like skin
for a drum I'll never mend
and all the rain falls down amen
on the works of last year's man.

A chuva cai no homem do último ano,
há uma harpa judaica sobre a mesa,
há um giz de cera em sua mão.
Ao serem enroladas, as bordas
do projeto se estragaram
e há muito os pinos das tachinhas
lançam sombras sobre a madeira.
E a luz do sol é como a pele de um
tambor que não irei remendar
e a chuva cai, amém,
nos trabalhos do homem do último homem.

Conheci uma dama, ela jogava
com seus soldados no escuro
ó, ela tinha que contar a cada um
que seu nome era Joana D’arc.
Eu era um dos soldados, sim,
servi por pouco tempo;
gostaria de agradecê-la, Joana D’arc,
por me tratar tão bem.

E apesar de usar um uniforme,
não nasci para lutar;
todos esses feridos que você dorme ao lado,
boa noite, meus amigos, boa noite.

Vim de um casamento combinado por
famílias tradicionais;
Bethlehem o noivo,
Babilônia a noiva.
Grande Babilônia estava nua, parada lá
tremendo por mim,
e Bethlehem nos inflamou
como o tímido numa orgia.
E quando juntos caímos,
toda nossa carne era como um véu
que tive que sair de lado para ver
a serpente comer seu rabo.

Algumas mulheres esperam por Jesus,
outras esperam por Cain
pendurei-me então sobre o altar
e levantei meu machado outra vez.
E levarei aquele que me traz de volta
pra onde tudo começou
quando Jesus era a lua-de-mel
e Cain era apenas um homem.
E lemos das agradáveis Bíblias que
há limites entre sangue e pele
que a imensidão está reunindo
todas as crianças novamente.

A chuva cai no homem do último ano,
uma hora se passou
e ele não moveu a mão.
Mas tudo irá acontecer se ele
disser apenas uma palavra;
os amantes irão se levantar
E as montanhas tocarão o chão.
mas a claraboia é como a pele de um
tambor que nunca irei remendar
e toda a chuva cai, amém,
nos trabalhos do último homem do ano.