To a Teacher

A um professor

Hurt once and for all into silence.
A long pain ending without
a song to prove it.
Who could stand beside you so close to Eden,
When you glinted in every eye the held-high
razor, shivering every ram and son?
And now the silent loony bin, where
The shadows live in the rafters like
Day-weary bats,
Until the turning mind, a radar signal,
lures them to exaggerate
Mountain-size on the white stone wall
Your tiny limp.
How can I leave you in such a house?
Are there no more saints and wizards
to praise their ways with pupils,
No more evil to stun with the slap
of a wet red tongue?
Did you confuse the Messiah in a mirror
and rest because he had finally come?
Let me cry Help beside you, Teacher.
I have entered under this dark roof
As fearlessly as an honoured son
Enters his father's house.

Ferido de uma vez por todas no silêncio
Acabando uma longa dor sem uma
canção para provar sua existência.
Quem poderia ficar ao seu lado, assim tão perto do Eden.
Quando em cada olho cintila a lâmina erguida,
tremendo cada carneiro e filho?
E agora o silencioso hospício, onde
as sombras vivem em caibros como
morcegos cansados do dia,
até que a cabeça vire, um sinal de radar,
faz com que eles exagerem
grandes como montanhas na parede branca de pedra
Seu pequeno mancar.
Como posso deixá-la numa casa como essa?
Não há mais santos ou magos,
para louvar seus modos com pupilos,
não há mais demônios para aturdir com o tapa
de um língua vermelha e molhada.
Você achou que era o Messias no espelho
e descansou porque ele finalmente chegou?
Deixe-me gritar Socorro ao seu lado, Professor.
Entrei nesse forro escuro
como um honrado e destemido filho
entra na casa de seu pai.